Como desenvolver um software de gestão de clínicas: 7 detalhes para ficar atento



Um software para gestão de clínicas é hoje o maior diferencial para o negócio online. Com a pandemia causada pelo coronavírus, a telemedicina teve um impulso em larga escala, pela necessidade de isolamento social imposta pela quarentena. Serviços médicos passaram a ser feitos de forma virtual, com a ajuda de ferramentas digitais.

Para ter um atendimento de excelência, é preciso se atentar a alguns detalhes importantes ao desenvolver um software de gestão de clínicas. Quer saber quais detalhes são esses? Acompanhe a leitura do artigo.

7 detalhes de como desenvolver um software de gestão de clínicas

1. Aspectos básicos

Alguns detalhes são básicos para o desenvolvimento de todo software, porém, é importante mencioná-los: aparência, design, responsividade, navegabilidade intuitiva e funcionalidades do programa, que precisam ser testados em versões beta antes de serem disponibilizados para o público. Mesmo depois de finalizado, um software precisa estar em constante desenvolvimento. Cada usuário pode perceber diversos aspectos que podem ser melhorados, por isso, é importante que o programa conte com pesquisas de satisfação e áreas de avaliação, não só sobre o atendimento clínico, mas também sobre a qualidade do software, que podem ser aplicadas por meio de pacotes de atualização. Esses pacotes também inserem novas informações, como novas unidades de atendimento, equipe médica, novos exames disponíveis, entre outros.

Outro ponto básico importante é o oferecimento de suporte técnico 24 horas, com rápida resposta e retorno satisfatório. Um software médico com problemas pode trazer até mesmo riscos à saúde dos pacientes que dele dependem.

2. Análise

Antes de desenvolver um software de gestão de clínicas, é necessário fazer uma análise das demandas dessa gestão. O que precisa ser melhorado? Alguns softwares são eficazes na digitalização de todo o processo de atendimento médico, outros agilizam o agendamento e a confirmação de consultas online. Por isso, é importante conhecer a realidade e o dia a dia da clínica, consultar toda a equipe que deverá atuar junto ao software.

3. Atendimento

Um software médico deve permitir o agendamento online, pelos diversos canais de atendimento. Deve ter a funcionalidade de enviar mensagens de confirmação de consulta, que serve como um lembrete para o paciente é uma forma de evitar faltas excessivas às consultas. É importante também investir em canais de atendimento e relacionamento com o cliente, como os da Versatilis, um bom exemplo de como desenvolver um software de gestão de clínicas.

4. Histórico médico do paciente

O prontuário médico digital revoluciona o atendimento porque possibilita o registro do histórico de saúde do paciente e permite uma rápida consulta a informações, diagnósticos, exames, medicamentos prescritos e outros dados importantes para uma anamnese mais eficaz. Um diferencial do software pode ser uma ferramenta que permite a busca por termos no histórico do paciente, com rápido acesso, disponível a toda a equipe médica. Outro recurso importante é o registro de imagens do próprio celular do médico no prontuário.

A prescrição digital de receita médica com assinatura digital, disponibilizada pelo software agiliza o atendimento, com código de verificação, para garantir a segurança. O programa pode padronizar formulários dos receituários, laudos, atestados, com marca d’água da clínica, logo, endereço, canais de atendimento e dados do paciente, em receitas de medicamentos de uso controlado.

5. Gestão administrativa e financeira

O software também deve oferecer ferramentas para a gestão administrativa e financeira: gerar relatórios, com filtros gerais e específicos, controlar o fluxo de caixa, calcular o repasse dos serviços prestados, controlar as receitas e pagamentos, além de gerenciar informações sobre a clínica.

Outra importante funcionalidade é a padronização do faturamento eletrônico no padrão TISS da Agência Nacional de Saúde Suplementar, nas transferências eletrônicas de dados financeiros e administrativos sobre os gastos de usuários de planos de saúde privados. O software pode gerar, preencher e enviar para os planos de saúde: guias de consulta, exames, tratamentos, procedimentos, terapias, autorização de consultas com ou sem procedimentos, autorização, prorrogação e cobranças de internação, pagamentos para profissional especializado. Tudo isso dentro da padronização TUSS de utilização de terminologias médicas.

6. Gestão de equipe médica

A equipe médica deve ter acesso fácil à agenda, com visualização ágil, permitindo a consulta dos dados por dia, semana, quinzena e mês. O software também auxilia na gestão de escalas e plantões, junto à agenda disponibilizada aos pacientes. O médico pode indicar pelo software eventuais atrasos e faltas, e o próprio programa pode avisar aos pacientes e verificar o reagendamento.

7.Informações úteis

O software pode gerar informações importantes e estatísticas sobre utilização dos usuários, frequência de agendamento, perfil do público que o utiliza, horários que mais utilizam, entre outros dados que podem ser úteis para se conhecer melhor o público-alvo, melhorar o atendimento e investir em novas funcionalidades e estratégias de marketing.

Os softwares de gestão de clínicas oferecem muitos recursos e facilidades, agilizam as rotinas médicas e administrativas e possibilitam o atendimento médico mesmo em tempos de distanciamento social.